domingo, 8 de abril de 2012

Tá na playlist: La Roux

Olá Galera!! 
Então descobri há um tempinho uma banda super legal e fiquei viciada nas músicas e vim aqui compartilhar, porque sabe como é, quero todos viciados comigo, se jogando e cantando como se não houvesse amanhã!!
É pouco conhecida ainda, vale a pena conferir, apresento-lhes: La Roux!!

Embora só tenha uma moça na foto, é uma banda. Sim, isso mesmo! É formada por essa moça do topete  ruivo (que eu acho super fashion, por sinal...) chamada Elly Jackson (ô sobrenome abençoado!) e por um rapaz de nome Ben Langmaid, que se fosse um componente gramatical seria classificado como sujeito oculto. Tudo porque ele não aparece nos clipes e apresentações ao vivo, bem excêntrico, gente! Mas eles se entendem e se reconhecem assim como "very much a half and half sharing situation... not like a singer producer outfit", algo como: "cada um faz sua parte mesmo, é isso aí" hahaha. Mas tratando da parte musical, é uma banda de Eletropop e Synthpop, com teclados e sintetizadores super bacanas que fazem você soltar seu lado divo poderoso cabelo ruivo do pop. Falando em cabelo ruivo, o nome da banda se refere a exatamente isso, "La Roux" seria algo como, "A ruiva", "O vermelho", destacando todo Moulin Rouge da banda.
Dito isso, resta falar da melhor parte: os singles! Hey, ouve aí:



Me gusta! "In The Kill" foi o primeiro single da banda e na época, o sexto mais vendido no Reino Unido! 



Tigerlily: O lado mais "tigresa", só posso dizer uma coisa sobre essa música: se joga em uma pista e solta suas feras!



Motivo de meu vício: "I'm Not Your Toy" , o que é essa letra, gente? Gostei mesmo da banda depois dessa, mostrando que La Roux não é brinquedo não, com o perdão do trocadilho...




E para os corações apaixonados que estavam esperando uma música "pega-o-lencinho-e-enxuga-as-lágrimas", Cover My Eyes está para isso!




Adoro! La Roux demostrando todo o poder, ao maior estilo "amor próprio mode on"! 
"This time baby, I'll be bulletproof ..." 


E é isso, galera,  me despeço com beijos vermelhos-vibrantes para vocês =*

Bora cozinhar? Palha Italiana

Apenas a combinação de doce de brigadeiro e pedaços de biscoito com um nome diferente: palha italiana. Simples e delicioso. Dá uma olhada na receita:

Palha italiana:




- 1 lata de leite condensado
- 8 colheres de sopa de chocolate em pó
- 1/2 colher de sopa de margarina
- 1 pacote de biscoito maisena

Modo de Preparo:
Pique o biscoito em pedacinhos pequenos e reserve
Com o leite condensado, a margarina e o chocolate em pó, faça um brigadeiro
Assim que o brigadeiro começar a soltar do fundo da panela, misture o biscoito picado até formar uma massa
Retire do fogo

Unte uma bancada de mármore, ou alguma superfície lisa, com margarina e despeje essa massa
Abra a massa, batendo com a palma das mãos
Deixe esfriar e corte no formato que quiser
- Se quiser, pode passar no açúcar

Créditos: Tudo Gostoso

sábado, 7 de abril de 2012

Olá Galera!!!

Bom, gente, o Engarrafando acabou de adquirir mais um membro na equipe: eu! Hahaha, Então, estava de bobeira em um sábado de outono em casa, quando do outro lado da tela do PC, minha linda-diva amiga Carol  me convidou para fazer parte da equipe, junto com minhas outras lindas-divas amigas Liziih e Nati. Lógico que não era um convite a se negar, não é?  Não daria um mole desses por nada! Hahahaha! Fiquei muito feliz ao ver a proposta do Blog e me animei em participar, então é isso gente: Chegueeeei!! Espero que vocês curtam, assim como eu estou curtindo!! Let's Rock in these Clouds!! ;D




Do Quê Você É Fã? Joss Stone

Direto do Soul e R&B da Inglaterra, o "Do Que Você é Fã?" de hoje vem com a Anna Marília Buarque (Minha loló <3) falar sobre a linda e talentosíssima JOSS STONE.








 O porquê: 
Anna: Tudo começou em 23 de novembro de 2009, quando vi uma entrevista dela pro Vídeo Show. A simplicidade, o carisma e o amor pelos fãs brasileiros me chamaram atenção. Porém o que a faz diferente de todos os outros artistas que eu curto é que quando a ouço, algo em mim muda. É como se ao cantar a Joss tocasse minha alma. Ela me inspira, me emociona de alguma maneira. Em outras palavras, é amor.



- Como conheceu: 
Anna: Já conhecia algumas músicas como Super Duper Love e Tell Me What We're Gonna do Now sem saber que eram dela. No incício de 2009 uma colega me apresentou umas músicas da Joss, mas só me tornei fã depois que vi a entrevista. Desde então, um amor incondicional.


Super Duper Love



- Uma música que resuma você, ou algum momento de sua vida. Explique o porquê. 
Anna: No momento acho que é Free Me. Tô numa fase de procurar independência e fazer as minhas próprias escolhas. Free Me tem uma letra incrível, mas uma frase me chama especial atenção, que é "Don't tell me how to think, i feel!". Talvez vire uma tatuagem no futuro.


Free Me (live)


O que te faz querer mostrar a banda para outras pessoas? 
Anna: Porque a Joss tem talento, realmente. Não precisa de autotune pra cantar. Ela faz música como um meio de se expressar através da arte, não apenas pra vender singles e ganhar dinheiro. Em uma apresentação num programa holandês, o apresentador ficou surpreso que ela cantou ao vivo, sem playback. Estamos em uma época onde os cantores não mais conseguem cantar. Por essas e outras, sempre indico a Joss pra alguém.

- Melhor álbum? Por que? 
Anna: O Colour Me Free, seu quarto CD. Ele é especial por algumas várias razões, rs. A primeira delas é que é o CD é muito autêntico, puro Soul... ele foi feito em apenas uma semana, de maneira improvisada, onde ela e banda gravavam as músicas logo após as comporem. Um processo bem natural e espontâneo, como se fosse uma banda de garagem. Na minha opinião, é o CD mais cru dos cinco. Quer ouvir soul de verdade? Ouça esse álbum. A segunda razão é que foi na turnê do CMF que eu me tornei fã da Joss. E a terceira é que ela quebrou o contrato com a EMI pra que esse álbum visse a luz do dia. A briga foi séria, o CD foi lançado um ano depois de ter sido feito, ela pagou mais de 7 milhões de libras pra se ver livre da gravadora e divulgar o novo álbum.


Colour Me Free - Disco


 Melhor Videoclipe? Por que? 
Anna: Clipe de Tell Me What We're Gonna Do Now, por ser minha música preferida e porque ela está especialmente linda ruiva!! *-*


- Música favorita? Por que? 
Anna: Tell Me What We're Gonna Do Now. Sempre que ouço me sinto melhor. Fico alegre, mais leve... essa música faz com que eu me sinta bem.

- Um sonho/vontade: 
Anna: Conhecer a Joss, ter alguns minutinhos com ela.

- Um orgulho: 
Anna: Ela ter quebrado um contrato milionário com a EMI, uma das maiores gravadoras do Reino Unido, pra continuar fazendo aquilo que acredita. Continuar fazendo música por amor à arte, por amor à música em si - sem se preocupar em fazer um trabalho que seja extremamente comercial e que vá render bilhões à gravadora. Ela diz uma entrevista: "You have to take freedom. Nobody is going to come and say 'here it is'. No one's gonna give it to you. You have to just take it, with all the consequences - and there are massive consequences!" (em tradução livre: Você tem que ter liberdade. Ninguém vai chegar e dizer 'aqui está'. Ninguém vai dar a você. Você só tem que tomá-lo, com todas as consequências - e há fortes conseqüências)


Dicas da Loló:

- Alguns grandes sucessos:

 You Had Me

Right To Be Wrong


 Fell In Love With A Boy


Essa é a minha entrevista preferida da Joss, onde ela fala sobre a saída da EMI. Se alguém me pergunta o porquê de eu ser fã dela, essa pode ser uma resposta: 



- Algumas imagens:
Tour Color Me Free
 L'Aéronef, França - 2010
Pistoia Blues Festival, Lisboa - 2009

SWU 2010
More Love Tour


Fora isso, tenho um tumblr onde posto as fotos da Joss... É o Joss And Me.


Eu já tinha escutado Joss diversas vezes, principalmente por causa das últimas vindas dela no Brasil, SWU em 2010  e no RIR em 2011. Acho incrivelmente lindo o timbre de voz dessa mulher, porém só dá pra ouvir "live". E você?

Tá na Playlist: Versionalize



Tá aí um CD que eu vou comprar com o maior prazer: VersionalizeDuo VS ou simplesmente VS.
Composto por Fábio Adams e Bruno Kuni, a dupla participou do quadro Jovens Talentos do programa Raul Gil. Eles não foram os vencedores, mas mesmo assim ganharam a chance de gravar um CD pela Sony Music.
Criativos, o nome da dupla vem do verbo que eles inventaram: Versionalizar. Ou seja, criar versões.
Fazem covers, na verdade, versões diferentes de músicas já conhecidas por nós e postam os vídeos no canal do Youtube. Realmente, eles são muito bons e com esse CD vão mostrar um som próprio com musicalidade brasileira.


Alguns covers:














Pra quem quiser conhecer mais de Duo VSTwitter / Site / Youtube / Facebook / Soundcloud


Beijos

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Fingindo Ser Vampiro

Comecei a assistir 'The Vampire Diaries' por causa daquela coisa linda chamada Ian Somerhalder (que a Carol já falou aqui) e adorei. Tanto a história quanto os personagens são bem envolventes e nos faz ficar ansiosos por um novo episódio. Eu tenho uma amiga que diz "Crepúsculo é pra crianças, TVD é pra jovens e True Blood, pra adultos". 
Quem acompanha a série, sabe que os vampiros precisam usar um anel com um feitiço pra poderem sair de dia. Como Damon Salvatore disse: "Porque eu vivo num mundo real onde os vampiros queimam no sol".


Damon com seu anel
Uma lojinha online de acessórios vende esses anéis para meros mortais como nós. Tem o de Damon e o de Stefan.



Eu tô doida por um de Damon e assim que comprar, posto aqui. 
Beijos

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Deixe-se entrar na vibe de Tiago Iorc

You see this life as nothing but a song without no rhyme…Hum dap darara Hum dap dararah oh” 
Em 2008, era fácil me pegar cantarolando o trecho da legenda da foto acima. A primeira vez que ouvi a música Nothing But A Song foi em Malhação. Achei linda e logo tratei de baixar, mas nunca me importei em saber quem era o tal cantor Tiago Iorc (pra mim era mais um estrangeiro). Foi aí que houve a surpresa: uma amiga me disse que ele era brasileiro. Ela ainda me indicou mais músicas como Blame e Scared
É óbvio que fui procurar sobre. Que moço lindo com voz mais linda ainda era (é) o Tiago! Me encantei. *Aposto que as pessoas que estudaram comigo na época, se ouvirem o nome 'Tiago Iorc' vão associar a minha pessoa de tanto que eu indicava e falava hahaha*
Desde então eu tinha como meta ir a um show dele. Frustração 1: Em 12 de junho de 2008, Ti (olha a intimidade haha) fez um show num shopping que eu conheço e que é relativamente perto pra eu ir. Sendo que a pessoa que vos escreve só foi saber da existência desse show no dia seguinte. Frustração 2: Tudo certo pra eu ir ao Conversa Afinada, local onde ele ia se apresentar aqui no Rio. Até que no dia 5 (o show era dia 6 de junho de 2010) foi anunciado seu cancelamento.
Após estes imprevistos, em 14 de dezembro de 2011 finalmente pude ver Tiago em minha frente e apreciar sua música em um Pocket Show na FNAC. Foi lindo. E ainda teve direto a foto com ele e autógrafo no CD (sou chique).
Histórias à parte, vamos falar de seus CDs: Let Yourself In e Umbilical.

Let Yourself In
Você já se encanta pela capa. Achei linda demais! Conteúdo ótimo. Cada música desse CD já passou pelo cargo de "preferida", mas a atual é 'There's More To Life'. Há também dois covers: 'My Girl' dos Temptations e 'Ticket To Ride' dos Beatles (que eu adoro!). Quando você ouvir Blame, Scared, Fine, My Girl e Nothing But A Song, provavelmente vai ter aquela sensação de já ter ouvido em algum lugar. Elas entraram na trilha sonora de diversas novelas da Globo.
"Traz um lado mais soul, mais suave, tanto que, nas gravações, a idéia do vocal era totalmente diferente do que ficou, era um vocal mais ‘para cima’." - Tiago Iorc sobre There's More To Life 
"Na época cogitamos gravar alguns covers. Um dia o Alexandre Castilho (um dos produtores do CD) me mostrou essa música (sucesso dos Beatles) no violão e ela encaixou perfeitamente no contexto do disco." - Sobre Ticket To Ride
 (clique aqui pra saber o que ele diz sobre cada música de seu CD de estreia)
Umbilical
Ele sumiu por um tempo, apenas dando notícias em seu blog. Quando apareceu, nos apresentou o Umbilical, lançado em 2011. Esse CD mostra amadurecimento como compositor e cantor. Acho que 'Simplicidade é o que há de mais sofisticado' é uma frase que pode descrever o Umbilical. Destaque para 'Story Of A Man' (Carro-chefe do CD), 'Gave Me A Name' (Com harmonia suave e delicada. No pocket em que fui, ele disse que foi escrita para sua mãe), Even (Que foi co-escrita com Leomaristi) e 'Patron' (Algo mais agitado). Realmente, Tiago veio pra ficar.
"Meu amadurecimento artístico é muito mais um reflexo do meu amadurecimento como pessoa do que qualquer outra coisa."
"Para as composições de Umbilical, me induzi a uma espécie de experimento. Me isolei por alguns meses no meu apartamento em busca de algo verdadeiramente espontâneo."
P.S.: Junto com sua banda, ele foi apresentar as músicas de Umbilical no Festival SXSW em Austin (Texas) em março desse ano.
P.S.²: Ouça abaixo a regravação de 'Morena' na voz de Tiago Iorc para a Coletânea Re-Trato, que homenageia a banda Los Hermanos.





Beijos.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Tá na playlist: Boyce Avenue

Passei tempos odiando covers (na verdade ainda odeio, rs), todos que via achava uma merda sem tamanho, principalmente se fosse de uma banda que eu gostasse muito. Tive que abrir uma certa exceção  a partir do momento em que conheci a Boyce Avenue:




Considerado como um fenômeno do YouTube, Boyce Avenue é uma banda formada na Flórida, popular pelas versões acústicas de músicas de grandes ícones da música pop/rock/country/blues e pela sua constante melodia e harmonia; é formada por três irmãos Alejandro, Fabian e Daniel Manzano. Além dos covers dos já conhecidos (Tem de tudo um pouco, vai de Rihanna à Carrie Underwoood, de Michael Jackson à  3 Doors Down), Boyce também tem álbuns com músicas próprias, mas confesso que prefiro os covers às suas músicas próprias. Eles conseguiram me fazer apaixonar por certas músicas, que na versão original, com seu intérprete original, eu realmente odiava. Então vale muito a pena ouvir. 

Selecionei os meus cover favoritos pra vocês:


Skyscraper (Demi Lovato)




A Thounsand Miles (Vanessa Carlton)



  
She Will Be Love (Maroon 5)





I Miss You (Blink 182)


  
Radioactive (Kings Of Leon)



  
Yellow (Coldplay)



  
Say (John Mayer)



  
Mr. Brightside (The Killers)



  
 No Air (Jordin Sparks feat. Chris Brown)


  
Rolling In The Deep (Adele)



   
Don't Stop Believin' (Journey)



E que quiser ouvir mais músicas (quem sabe tem até um coverzinho de sua banda favorita) corre lá no canal dos caras no youtube.

Beijos.

Caixa Feita Com Posters De Dexter

Em 2011, o americano Mattson criou quatro posters incríveis (clique na imagem ao lado para ampliar), um de cada temporada da série Dexter. O trabalho ficou perfeito e eu, fã da série, logo tive uma ideia: juntar os posters, imprimir e estampar uma caixa. Olha o resultado: 



Beijos.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Talihina Sky - The Story of Kings Of Leon


Os Kings Of Leon surgiram já nos anos 2000, numa altura em que o rock revival – que tinha nos The Strokes a grande figura de proa – voltou a tomar conta das rádios e das tabelas de venda. Banda de rock alternativo, com algumas influências de country, os Kings of Leon acabaram por se tornar um fenômeno à escala planetária. Alcançando a  ascensão com o penúltimo álbum, Only by the Night lançado em 2008, ultrapassaram os 6 milhões de vendas, contrariando a tendência de um mercado cada vez mais dominado pelos downloads (legais ou não). Mas em todo este tempo sempre se falou do passado dos três irmãos Followill (o quarto membro é Matthew, primo deles), os quais cresceram sob uma educação rígida, administrada por um pai que era sacerdote da Igreja Evangélica Pentecostal, alcoolátra e que desejava que os seus filhos seguissem uma vida religiosa. Contraditório, não? 

Os três irmãos e o primo acabaram por se tornar estrelas rock, com tudo o que o cliché da vida de rocker acarreta. E de uma vida de adoração passaram a ser figuras adoradas por milhões. Embora houvesse quem duvidasse do passado dos Followill (aparentemente era uma história demasiada boa demais para ser verdade), a verdade é que a vida deles resultou num documentário, Talihina Sky, que vem confirmar o passado dos três, suas raízes, seus problemas e seus traumas. 


Até quem não é fã ou não conhece absolutamente nada sobre os Kings of Leon, nem por um segundo se sentirá perdido, pois o filme constrói um retrato lento e sinuoso da banda e cada um de seus membros com tal cuidado e complexidade que, por fim de uma hora e meia você vai sentir como se tivesse testemunhado não apenas as suas experiências em turnê e como músicos, mas também suas infâncias e suas vidas inteiras. 
Construído a partir de vídeos caseiros dos meninos como filhos, fitas de estágios iniciais da banda enquanto gravavam/ensaiavam e vagando corredores do hotel em busca de doces e refrigerantes, entrevistas com os pais, tias e tios, e todos os tipos de membros da família, bem como conversas com cada membro da banda, o filme cria uma história íntima e complexa de três irmãos que são ambos carregando e tentando se esquivar de sua infância, passando de cidade em cidade para acompanhar seu pai pregador, rebelando-se contra a sua estrita religião e educação, e ainda por ser incapaz (ou talvez sem vontade) para executar a partir dele. 
A força principal do filme é a intimidade e extremamente próximo acesso que Mitchell (Ele é um amigo da banda da que estava lá para documentar a sua ascensão a partir do momento do seu contrato de gravação inicial.) tinha claramente com a banda e sua família.  Além de ser um retrato honesto e complexo, o filme também chama alguns paralelos instigantes entre os espetáculos de rock n' roll e religião.
Talihina Sky é sobre músicos sim, mas sua força é que se eleva acima da faixa que narra e funciona brilhantemente bem, não apenas como uma biografia/"Rockumentário", mas como um documentário sobre a família, bem explorando as raízes, a crença, e cabo de guerra entre o nosso passado e o nosso futuro

Veja o trailer e algumas imagens:


Em entrevista a revista Rolling Stone:

"Tínhamos uma câmara de vídeo na nossa primeira turnê de sempreNós pensamos, 'Dez anos a partir de agora, quando estamos todos a trabalhar na Target, podemos colocar essa fita e mostrar aos nossos filhos como nós costumavam usar calças de brim das meninas', ou qualquer outra coisa. Em vez disso, acabou como uma representação reveladora das relações familiares por trás da banda. Nós mostramos um lado de nós mesmos que a maioria das pessoas não tem coragem para mostrar", disse Nathan.


 "Ninguém tem coragem (porra), a maioria das pessoas iria colocar este tipo de documentário para fora após a sua carreira está acabada", disse Caleb.

Por último, a música que dá nome ao documentário:



bjs
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